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07 junho 2010

Inovações e tendências do Futebol


Na era de desenvolvimento tecnológico, o futebol acompanha a evolução da ciência. O esporte mais popular do mundo, há muito tempo deixou de ser aquele modelo clássico, onde um jogador fazia toda a diferença para se tornar num esporte mais dinâmico, que emprega várias pessoas e movimenta um grande capital no mundo. Hoje, preparadores físicos, chuteiras, máquinas, computadores, enfim uma série de coisas, fazem parte da organização das equipes profissionais. Os jogadores ainda são o centro das atenções, mas a cada dia o mundo reconhce a importância da infra estrutura que existe por trás de uma partida de futebol.



Condicionamento Físico

Estudos revelam que durante uma partida oficial, um jogador de linha corre uma média de 10 a 12 km; que perdem por partida de 3 a 7 kg, em sua maioria água e sais minerais; e que a temperatura de seu corpo chega aos 40° C. Diante de tanto esforço físico, se pergunta o quanto cada jogador pode se exercitar sem por em risco sua saúde? Para garantir a integridade dos atletas, existe atualmente uma série de equipamentos e exames que detectam qualquer irregularidade. Muito além disso, fazem com que o jogador tenha resultados melhores. Não é díficil achar em clubes de ponta aparelhos que medem a capacidade aeróbica de jogador por jogador, sua simetria muscular, etc.


Os jogadores atuam no futebol cerca de 10 anos, realizando 70 partidas por temporada em média. Seus corpos sofrem constantemente com pancadas, impactos, corrida, mudança de direção, entre outras coisas. A parte que mais sofre com isso é o joelho. O desgaste das articulações começam a incomodar o jogador quando chega a uma certa idade. As lesões musculares e os ligamentos rompidos tornaram-se constantes no futebol. Mas nem sempre foi assim. Há alguns anos atrás, uma lesão "simples" dessas resultava na aposentadoria dos jogadores. Hoje com os avanços no tratamento dessas coontusões, permite que um atleta possa voltar a exercer suas atividades dentro de alguns meses.


Material esportivo

Num mercado que movimenta grandes quantias de dinheiro investidos em atletas, ninguém quer correr o risco de perder um jogador por lesão. O atleta custa muito caro, se ele não jogar isso representa um grande prejuízo. Para solucionar esse problema, os pesquisadores inovam a cada dia com materiais mais modernos. Por exemplo o uniforme, hoje ele é feito de uma fibra chamada poliéster. Essa fibra permite que o atleta traspire sem que seu corpo fique muito molhado, que poderia resultar num certo descoforto. O material absorve esse suor, sem que entretanto a camisa fique colada ao corpo, como acontecia quando o uniforme era feito de algodão.

Além dos uniformes, as chuteiras evoluiram bastante. Antigamente ela era feito de couro com cravos que priorizavam a aderência no gramado. Porém, essa aderência causava muitas vezes lesões devido a maior pressão nas articulações nos movimentos dos atletas. Agora a chuteira é feita com cravos redondos que possibilitam menos risco e mais mobilidade. As suas costuras são feitas pensando não só no conforto do jogador, como também no efeito sobre a bola durante o chute.


Arbitragem

Muitos esportes utilizam o computador para tirar dúvidas da arbitragem. A medida pretende dar a maior justiça nas decisões e não prejudicar os participantes. Mas no futebol essa modernidade não é bem aceita. As organizações mundiais temem que o jogo perca emoção. E pedem inclusive, em muitos casos, que as emissoras de tv limitem suas críticas em cima dos juízes que tem que agir com uma certa rapidez e precisão. As equipes de comentaristas possuem várias ferramentas que o juíz não dispõe, suas críticas tiram a autoridade da figura do juíz. Porém, ao mesmo tempo os seleciona mais, com uma maior exigência os árbitros precisam estar cada vez mais preparados.

Outra questão é o conceito de falta que é diferente em cada região. Por exemplo, no Brasil os árbitros são conhecidos por marcar certas faltas que são ignoradas na Europa. Pouco se comenta sobre isso, mas geralmente os jogadores que atuam no cenário brasileiro acabam tendo uma maior longividade, que talvez possa ser associada a essa atitude da arbitragem.


Futuro

As inovações tecnológicas apontam para um futuro de jogadores mais inteligentes. Além do talento, eles precisaram cada vez mais de ter certos conhecimentos sobre estudos a fim de melhorar seus rendimentos. A estratégia, a anotomia de seus corpos e os efeitos da física são algumas das coisas que os jogadores de hoje, mesmo que superficialmente, já conhecem. A tendência é que isso aumente cada vez mais.


O futebol não é mais o mesmo. A evolução da ciência mudou muitos parâmetros desse esporte, não se sabe se para melhor ou para pior. Uns dizem que não é mais tão bonito, outros dizem que está mais competitivos. Mas uma coisa não se pode negar: ele se tornou mais dinâmico.

24 abril 2010

Queda do sistema 2 [...]


Nessa sexta-feira (23/04), o premier grego Georgos Pampareau finalmente anunciou a ajuda da União Européia na recuperação de seu país. Depois desses quatro meses de desespero e incertezas, a UE resolveu ceder. Há algum tempo a Grécia tem sofrido os efeitos da crise e precisava da ajuda de fora para tentar sair dela.

Desde a quebra dos Lehman Brothers, um banco de investimentos internacional, a econômia grega entrou em colapso. As ações dos títulos públicos gregos caíram muito. Sem ter como vender pois ninguém queria comprar, a situação começou a ficar cada vez pior, aumentou o desemprego, os impostos, etc. Situação essa que também corria o risco (e ainda corre) os países do PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália e Espanha). Então a UE, por decisão da chanceler alemã Angela Merkel, usou de sua influência política negativa não dando assistência a economia grega, como forma de não incentivar a quebra dos outros países do PIIGS, porcos em inglês.

Devida a essa demora, a bola de neve da crise grega só aumentou. Para esse pacote anunciado ontem surtir efeito, o governo terá que cortar gastos (assistencialistas como saúde, educação,etc) e criar novos impostos. Ou seja, novamente a conta cai nas costas da classe trabalhadora. Medida bem parecida foi adotada em outro país da zona do euro, a Letônia. O país também se comprometeu a cortar gastos e baixou os salários dos funcionários públicos em 45%. Hoje o desemprego no país já atingiu a taxa de 20%.

Portanto, agora a UE terá que desembolsar mais dinheiro para tentar salvar a Grécia, o que poderia ter sido solucionado desde dezembro quando a crise começou a ganhar dimensões maiores. Por crueldade do sistema em dar o exemplo, vários jovens já morreram em confrontos com a polícia, empresas quebraram e famílias passam fome. Sem ter outra coisa a fazer, só desejo boa sorte ao povo grego, o berço da civilização ocidental, que enfrentará um período de dificuldades daqui pra frente. E reforçando a idéia do primeiro post, agora é o momento de aumentar a influência da política esquerda no país.

Em continuação da matéria http://fobenet.blogspot.com/2010/03/queda-do-sistema.html .

[HUMOR] Evo e seus frangos gays


Não tem como não comentar. Nessa semana, uma declaração de Evo Morales deu o que falar no cenário internacional. Após dizer, em uma cúpula sobre meio ambiente, que os frangos modificados com hormônios femininos afetam a masculinidade dos homens e que alimentos trangênicos levam a calvície, o presidente boliviano provocou risos no evento. Essa pérola coloca Evo no Hall da Fama de políticos falastrões. Depois disso tudo, vocês querem continuar a me dizer que MASTIGAR COCA NÃO DÁ ONDA ? O bagulho é de alta periculosidade. kkkkkkkkk.

Mas até faz um pouco de sentido a afirmação do nosso Zacarías boliviano. Os homossexuais sempre curtiram cair de boca num pinto, são chegados a soltar a franga...e o Piu-Piu? Até hoje ninguém sabe se é macho ou fêmea. Dão má influência sim. Mas essa história da calvicíe? Dá onde que ele tirou isso? kkkkk
Só que eu gosto do cara. Fiquei até com pena dele. Os conservadores e a imprensa agora vão criticar e desgastar a imagem dele. Gafes todo mundo comete, ainda mais político. O que aconteceu foi que baixou o George Bush no homem, dando uma crise de asneirisse nele.

É normal isso, a gente sempre se empolga quando recebe atenção e de vez enquanto sai umas merdas dessas. E para políticos, essa teoria funciona com ainda mais vigor. Um exemplo disso é o horário político. Você dá SÓ 15 segundos para o candidato, que ele consegue brilhantemente enche-lo de asneiras. Não tem excessão. Quanto mais passa o tempo, mais candidatos toscos aparecem. Nesses momentos a criatividade impera, tem uns que apelam pra uma roupa mais chamativa, outros pros apelidos, para as frases de efeito... o importante é aparecer. Não sei que estratégia é essa para eles acharem que eu vou votar nele porque é engraçadinho. O fato é que aumenta a cada eleição. Mas eu não reclamo, acaba fazendo parte da cultura brasileira, porque no fundo todo mundo quer atenção, mesmo sem saber como usa-lá.

04 abril 2010

Publicidade positivista


Na próxima semana começa na TV Globo o seriado "Força Tarefa", nesse seriado o personagem vivido por Murilo Benício é um detetive da polícia responsável por se infiltrar e prender criminosos dos mais variados tipos. Na série os policiais são mostrados como os heróis que a cada dia salvam alguém e contribuem para uma sociedade mais justa. No mesmo estilo do programa, está para ser lançado o filme "Tropa de Elite 2". No primeiro filme os personagens Capitão Nascimento, Neto e Matias conquistaram o público como policiais corajosos que protegiam a "população" dos traficantes e invadia as favelas. Essa estratégia, se é que se pode considerar uma, é muito comum nos EUA. Vários personagens como policiais, bombeiros e voluntários são mostrados como hérois e justiceiros nos quadrinhos, filmes, livros e séries. Ao martirizarem personagens e enaltecer a segurança pública. Nos EUA essa receita foi bem útil na época conhecida como Caça às bruxas, perseguindo comunistas. Personagens como Capitão América, Flash, Dick Tracy, Agente X-9 e Rip Kirby surgem nesse contexto e fazem sucesso até hoje sempre enaltecendo a pátria e os guardiões da ordem.


Existem várias teorias dos motivos do uso dessa publicidade subliminar. Alguns dizem se tratar de uma tentativa de transmitir ao povo uma sensação de segurança em tempos difíceis, outros acreditam que é para levar jovens aficcionados a seguir carreira militar, já os mais radicais acham que estão tentando esconder uma realidade de violência policial nas ruas. Com certeza existe um pouquinho de verdade em cada uma dessas teorias. Esses supostos objetivos fazem parte do ideal positivista sonhado por militares, uma idealização de hierarquias e ordem.


Ideal esse que sempre andou lado-a-lado por toda nossa história, como está escrito na bandeira do Brasil : Ordem e progresso. Sempre no nosso país a população foi controlada por rédias curtas, usando desde censuras à violência propriamente dita. Não só no período ditatorial como na república velha durante a caça à coluna Prestes, no estado novo com a proibição do PCB e mais recentemente durante a represália aos protestos em Brasília para o impeachment do governador Arruda. Protestos e manifestações sempre foram destruídas ainda em sua origem, evitando de forma maquiavélica que a população entrasse em choque contra o governo. Sempre trataram o povo mais necessitado como uma "doença" só que em vez de tentar previnir dando mais assistência, eduacação, saúde ou até mesmo subsídios fiscais, o governo remedia usando da força para tentar que essa situação de miséria se "espalhe". "A polícia invade um morro não para acabar com o tráfico mais para impedir que a situação caótica dos morros chegue as áreas 'civilizadas'". Se eles quisessem acabar com o tráfico, gastariam mais esforços ($) para acabar com o contrabando, davam oportunidades as moradores, tentando fazer com que eles optem por um trabalho legal do que o crime.

15 março 2010

Em busca de autonomia


Há algum tempo atrás, os EUA deram alguns subsídios aos seus produtores de algodão que foram encarados como abusivos pelo governo brasileiro. Esse subsídios tem haver com os problemas climáticos enfrentados pelos americanos no começo do ano, com temperaturas abaixo de zero. Para compensar os prejuízos pela a destruição das plantações, o governo americano deu algumas ajudas aos produtores dos cotton belts (áreas destinadas a plantações de algodão nos EUA). O incentivo foi considerado abusivo.


Em resposta o governo brasileiro elaborou uma lista com cem produtos que tiveram o imposto de importação reajustado. A medida brasileira foi "aprovada" pela Organização Mundial de Comércio (OMC), a retaliação passa dos US$ 500 milhões. Essa resposta foi recebida com surpresa no cenário mundial, haja vista do tamanho econômico dos dois países, os EUA que sempre ditou o rítmo da economia, agora se vê prejudicado por um país emergente. A decisão é ousada e há algum tempo já era esperada, devido aos "abusos de poder" dos EUA se utilizando dos subsídios.Porém não é nenhuma loucura como muitos podem acreditar. Todas as medidas adotadas pelo Brasil estão dentro da legalidade. Alguns podem pensar que pode-se ter criado um clima para uma guerra comercial, mas ao contrário do passado, o Brasil não tem mais tanta dependência do mercado americano. Isso pode beneficiar por exemplo o mercado interno de têxteis, dando lhe mais condições para concorrer com os produtos estrangeiros. E ainda incentivar também países africanos, que produzem o produto (algodão) de maneira arcaica, podendo receber agora maiores incentivos tecnológicos da iniciativa privada.


A ação brasileira parece representar uma grande mudança da importancia brasileira no cenário mundial. Pode representar um grande passo rumo à uma maior autonomia ou um tiro no próprio pé, caso a influência americana gere boicotes ao nosso país. É difícil isso acontecer devido a extensão conquistada pela econômia brasileira , porém não seria imprevísivel uma reação radical dos EUA.

09 março 2010

Teoria da conspiração: Petróleo x terremotos


Após muito se falar em biocombustíveis, redução de CO² e fontes limpas em geral, parece que o petróleo dá uma "respirada" e volta a subir nos últimos dias. O aumento vem acompanhado das tragédias envolvendo abalos sísmicos no Chile e na Turquia. Parecem ser fatos totalmente isolados, mas não para os olhos mais atentos.

Recentes pesquisas mostram que esses abalos, à grosso modo, possibilitam uma maior exploração dessas riquesas geológicas. Os terremotos dão maior permeabilidade as rochas, ajudando tanto na descoberta de novas jazidas como em sua exploração. Sabendo disso os investidores de plantão voltaram os olhos novamente para a compra de barris de petróleo. As alterações já podem ser sentidas no cenário nacional. Fecharam em alta hoje a Petrobrás e a CSN, duas empresas de exploração mineral, que teoricamente teriam mais facilidades a partir de agora. Seria só oportunismo? Para os chavistas não !


Desde os terremotos no Haiti, chavistas venezuelanos vem denunciando pesquisas norte-americanas com armas capazes de produzir terremotos. A suspeita se mantém no fato dos terremotos terem características semelhantes: como o caso do terremoto que atingiu a Venezuela em 8 de janeiro, Honduras em 11 de janeiro e o terremoto no Haiti em 12 de janeiro, todos ocorridos neste ano e a 10km de profundidade. Como teria consguido isso? Através de um projeto militar, HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program ou Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) são pesquisas realizadas há 20 anos para se obter formas mais rápidas de comunicação. As pesquisas há muito tempo são críticadas pelo parlamento europeu, segundo eles as pesquisas tem fins bélicos e poderiam gerar mudanças violentas e inesperadas para o clima. O sistema coordenaria a emissão de radiofreqüência através de um sistema de satélites que controlam as freqüências induzidas por “hipocampos” e que são capazes de produzir atividade sísmica. A "arma" já vem, supostamentes, sendo usada desde o terremoto na China em 2008.


O benefício que os EUA teriam, seria a ocupação do Haiti. Sabe-se que até agora pouquíssima coisa foi feita para ajudar na reconstrução do país, muito pelo contrário. O arroz consumido pelos haitianos é 80% vindo de território americano, sobre imposição do FMI ao governo de suspender os subsídios a produção local. Porém locais de extrema importância já estão ocupados, como o aeroporto de Porto Príncipe e o palácio presidencial (ou o que restou dele). Bom, esta é mais uma das teorias de conspirações que podem ser tanto radicais como verdadeiras, mas como é de praxe: que faz sentido, isso faz.

07 março 2010

A queda do sistema


Nos últimos dias, muito se tem noticiado sobre o caos vivido na Grécia. Esse caos é a prova viva que a crise não passou coisa nenhuma, ela está muito presente e continua a fazer vítimas. Se antes "apenas" empresas haviam quebrado, como a GM, alguns bancos e o sistema imobiliário americano; agora são países inteiros que vão para o buraco. Países desenvolvidos como a Irlanda, Islândia, Itália, Espanha e Portugal estão com as suas dívidas maiores que o seu PIB, gerando deflação e desemprego dentro de seus países. Como grande parte do dinheiro que circula é usado para pagar as dívidas, falta dinheiro no mercado interno, logo o preço dos produtos cai sem parar. Assim os comerciantes são obrigados a vender seus produtos por preços abaixo do custo, tendo que demitir seus funcionários, que por sua vez para de comprar por falta de dinheiro obrigando a abaixar ainda mais os preços.


Quando isso acontece, a população vai as ruas protestar e se pergunta: por que o governo não faz nada? A resposta é simples, todos sabem que hoje a econômia é controlada pelas suas leis de mercado sofrendo pouquíssimas interferências do governo. Predomina o liberalismo. Para tentar recuperar suas economias, os países injetam grandes quantidades de dinheiro em empresas grandes, para que estas não quebrem e levem consigo outras empresas. A curto prazo isso até resolve, mas chega um momento em que o dinheiro acaba, então apela-se para os empréstimos aumentando a dívida externa e voltando a estaca zero.

Para piorar, nesses países europeus usa-se o Euro, moeda corrente em grande parte do continente. A moeda, portanto, tem valores semelhantes em todos os países. Isso impossibilita a utilização de uma ferramenta que poderia amenizar esse caos, o controle da inflação por parte de um país. Porque uma desvalorização da moeda na Grécia irá desvalorizá-la na Alemanha também, que não permite que o governo grego faça isso.


Diante da violência da população pela negligência do governo, percebe-se a repressão dos policiais. Os governantes com suas mãos atadas sem ter o que dizer para a população, partem numa desesperada tentativa de se manter a ordem através da força. Em outro tempos foram usados contra isso o investimento em obras públicas pelo estado, dando emprego a população e fazendo com que eles consumissem. Mas por enquanto essa alternativa parece ser inviável devido à falta de dinheiro.


Mas esse caos não é só desse "pós-crise". Quem não se lembra do panelaço na Argentina em 2003? Eu acho que minha visão política está clara nesse blog, mas como que o problema foi amenizado na época? Com o governo de esquerda de Néstor Kirchner investindo em planos sociais, dando emprego, aumentando a circulação interna de dinheiro e diminuindo gradativamente o caos. Então como aconteceu na década de 1930 e na Argentina, eu prevejo que os próximos anos serão de crescimento das influências de esquerda, aumentando a adesão da pessoas nesse "estilo" de fazer política.

09 fevereiro 2010

Enriquecimento de urânio: perigo Real ou monopólio dos EUA


Mahmoud Ahmadinejad anunciou que vai enriquecer urânio fora do Irã. O anuncio gerou um certo espanto no governo norte-americano. Eles acreditavam que as restrições impostas pela ONU para pesquisas nucleares fariam o presidente esquecer a idéia de investir em energia nuclear. A energia nuclear tem tudo para ser a energia do futuro por ser limpa e eficiente. Limpa porque não lança poluentes na atmosfera (caso das termoelétricas) e nem destrói grandes áreas para sua construção (caso das hidrelétricas); e eficiente pois tem maior produtividade do que as outras fontes de energia conhecidas. Porém existe o risco de acidente radiotivo, freando os avanços da tecnologia. A questão é se existe realmente o perigo de fabricação de armas nucleares, podendo resultar em uma guerra de proporções catastróficas, ou se tudo isso não passa de uma tentativa dos EUA em manter o monopólio no enriquecimento de urânio e produção de energia nuclear?


Poucos países tem o "direito" de realizar pesquisas nucleares. Tudo porque a ONU pressiona os países dispostos a desafiar sua "recomendação", ameaçando a romper as relações comerciais dos seus membros prejudicando a economia dos governos "rebeldes". O Irã é um desses países "rebeldes". O presidente Mahmoud Ahmadinejad tem mostrado boa disposição em investir nesse tipo de energia, o país é relativamente pequeno, possuindo poucos recursos naturais. Grande parte da população ainda vive nas zonas rurais, portanto propostas de energia como fonte de hidrelétricas são inviáveis. Além disso o clima árido da região, com grandes secas não garantiria a solução do problema. Usinas nucleares ocupariam menos espaço e abasteceriam o território sem grandes agravantes.


Por outro lado, o Irã é um país teocrático com tradições radicais onde se destaca sua intolerancia. Como exemplo temos a recente censura imposta pelo governo, privando a imprensa internacional de mostrar as manifestações populares que denunciavam uma possível fraude nas eleições do ultimo ano. Então continua a dúvida do início do post, existe realmente o perigo do Irã produzir armas nucleares ou é apenas uma tentativa dos EUA de manter a liderança nas pesquisas dessa área?

29 janeiro 2010

Crise e Xenofobia


Durante muito tempo mexicanos nos EUA e africanos na Europa ocuparam empregos de baixa renda que os cidadãos desses países rejeitavam. Oferecendo mão de obra à um preço baixo, ajudaram muitas empresas a aumentarem os lucros e consequentemente crescer. Pois bem, passada a crise com a declaração de falência de muitas empresas e demissões a oferta de empregos diminuiu. Com isso os salários tendem a baixar piorando a situação dos "patriotas" nascidos nesses países.

Então crescem movimentos xenóficos, e em alguns casos fascistas, atacando os estrangeiros e recebendo pouca ação policial para tentar impedi-los. Os policiais preferem reprimir os estrangeiros que aparentemente protestam pacificamente contra essas agressões. Os xenófobos tentam justificar tanta violência dizendo que esses estrangeiros estão prejudicando a condição de vida dos "nativos". Porém os "nativos" usaram de táticas piores há alguns anos atrás em relação aos estrangeiros. Grande parte do território que hoje pertence aos americanos era mexicano e foi anexado por meio de guerras. As guerras tinham um motivo: civilizar os mexicanos. Na Europa não foi muito diferente, as invasões em nome da "civilização" aconteceram na África, levaram miséria e mortes no continente. Hoje os "civilizados" se tornaram um problema e são agora negligenciados pelos governantes culpando e exigindo ações dos países de origem.

O imperialismo fez vítimas no passado, agora seus "crimes" parecem prescrever. As vítimas agoram não pendem indenizações nem nada, só pedem respeito, porém parece que seus agressores esqueceram o que é ser civilizado.

Censura na Venezuela

Na última semana, uma decisão de Hugo Chávez na Venezuela deu o que falar na imprensa. Muito por criticar um governo esquerdista, mas também para defender os colegas de profissão venezuelanos. Acontece que Hugo Chávez mandou simplesmente fechar duas emissoras, tendo COMO UM DOS MOTIVOS a não transmissão de um discurso seu. Os funcinários das emissoras fechadas foram às ruas para protestar a anti-democracia do governo.
A razão do fechamento de empresas desse tipo é que vão contra a revolução venezuelana. É inegável que o governo venezuelano caminha como um país do bloco comunista durante a guerra fria. Ele toma medidas para o povo, combate as desigualdades, melhora as condições de vida, mas precisa se proteger. Não podemos ter a ingenuidade de achar que os jornalistas censurados são vítimas nessa situação, eles usam de seu conhecimento e o seu dom da fala/escrita para manipular a população e coloca-la contra o governo. Para se proteger disso eles acabam tendo que apelar para a censura.
Não devemos achar também que isso é uma aberração que só acontece lá. Aqui ainda convivemos com abusos como esse. Basta observar os principais veículos de informação existentes no país e perceber que são na maior parte membros da direita. Mas nesse caso não é por ação do governo, mas por ação do próprio mercado. Os grandes empresários que investem e patrocinam é que fazem o sucesso das revistas. O mercado editorial tenta atrair esses empresários, então obviamente não vão critica-los, vão dar razão aos seus conceitos e suas idéias de direita. O resultado disso é que a visão política de esquerda fica frágil e indisposta de se propagar.
Não que eu ache que o presidente venezuelano esteja certo em agir dessa maneira. Particulamente gosto do foco que ele toma em seu governo beneficiando os menos favorecidos e expulsando o capital estrangeiro. Mas uma política assim, por mais certa que pareça para alguns pode não parecer para outros. Para isso existe a democracia que mesmo declarada por muitos países existentes em seus governos, ainda não foi completamente exercida nem em governos de esquerda nem de direita.

28 janeiro 2010

Tudo passa...!?


Após alguns anos de controle e estabilidade da dívida brasileira, segundo alguns economistas, neste ano o déficit em contas externas irá aumentar. Já existe até mesmo um certo temor sobre uma possível interrupção do ritmo de crescimento. A solução para isso provavelmente seria uma reação neoliberal, em busca do capital estrangeiro investido aqui. Porém essa palavra, neoliberal, para muitos traz um friozinho na barriga, devido ao passado dela ainda no período FHC.

Naquela época o presidente usou e abusou dessa estratégia para promover o crescimento do país ainda muito afetado pelos períodos de superinflação. O problema era que as empresas estrangeiras eram mais fortes que as nacionais e acabavam impedindo o crescimento delas. Além disso a venda das estatais trouxe muita desconfiança em relação à corrupção nas transações. O Caso do grampo do BNDS, que denunciava armações nos leilões dessas empresas e envolvia até mesmo o então presidente Fernando Henrique Cardoso, foi arquivado sem uma explicação muito clara. Os políticos de esquerda começam a considerar essa política como alternativa, que durante tanto tempo foi criticada por eles.

O fato é que o governo se encontra em um dilema: permitir que a onda de crescimento seja mesmo passageira e enganosa ou adotar uma política perigosa que abre várias brechas para surgir corrupções no governo, num país com um histórico de insucessos com essas ações.

16 janeiro 2010

Petróleo x Liberdade


O ano é de Copa do Mundo, pela primeira vez na história do evento ele acontecerá no continente africano. O continente sempre foi marcado pela pobreza, miséria e violência, durante muito tempo foi explorado pelos europeus, que acreditavam serem superiores pelo fato de que os africanos não acreditavam em Jesus Cristo e já estavam destinados ao inferno. A colonização colocou os maiores e melhores lotes nas mãos de uma minoria que plantavam alimentos sempre destinados a exportação, o povo africano tinha que se conter com terras inférteis para produzir seu próprio alimento, originando a miséria assistida hoje. A colonização acabou, porém as terras continuam em posse dessa minoria branca. As divisões das colônias feitas para sustentar o desenvolvimento europeu da Revolução Industrial pioraram ainda mais a situação, não foram respeitados nenhum limite tribal, colocando muitas vezes num mesmo território tribos rivais, surgindo nesse contexto as guerras civis.


Hoje a África parece um grande campo de guerra, mesmo com a independência dos países, as diferenças sobrevivem colocando em combate os governos e grupos separatistas que tentam recuperar o território de seu povo, revendo a divisão feita no século XIX. Um desses grupos é o FLEC (Frente Libertadora do Enclave de Cabinda) que nesse mês fez um ataque ao ônibus da seleção de Togo que se dirigia à Angola para disputar a Copa da África de Nações. Apesar de ser à favor de qualquer movimento pela liberdade, eu repudio ações como esta. O FLEC tentou usar a mídia presente nesse evento, num ano tão importante para a África, para chamar atenção para sua causa mas o que se viu foi o contrário. O grupo acabou recebendo um rótulo de terrorista e pouco se fala da luta do movimento, destacando apenas a violência dos povos africanos.


Além disso o alvo escolhido não poderia ser pior: uma seleção de futebol, uma das poucas coisas que oferecem paz e que divertem um povo tão sofrido. Numa tentativa desesperada de pessoas reprimidas para conquistar sua liberdade, muitos apelam para a luta armada mas de uma forma ineficiente e desorganizada. Os guerrilheiros enfrentam dificuldades para conquistar sua independência já que 70% do petróleo exportado pela Angola é extraído dessa região. Mais uma vez os interesses econômicos de uma minoria mais rica predomina sobre a democracia.

15 janeiro 2010

Humanitas tem fome, Humanitas quer comer


Já dizia o filosófo Quincas Borba, personagem de Machado de Assis, "aos vencedores as batatas" em sua teoria dos humanitas. Se duas tribos vivem em paz dividindo de uma mesma fonte de alimento, no caso uma plantação de batatas, a partir da escassez dessas batatas as tribos entrariam em guerra pela sobrevivência e aos seus vencedores as batatas. Pois bem,mais de 100 anos após o livro, temos um exemplo real e igualmente desesperador. Trata-se do Haiti.
Após os terremotos ocorridos na última semana, a situação que já não era boa piorou. Sem ter o que comer a população fica perambulano pela cidade em busca de alimentos. Uma simples garrafa da água é disputada a tapas, supermercados são saqueados e a situação é de caos. Nesses momentos o ser humano larga a racionalidade de lado e passa a viver os seus instintos de sobrevivência.
Nunca fui a favor da força policial em nenhuma circunstância, porém agora vejo porque ela é necessária no Haiti. Não há meio de atender todas as pessoas, não há como se organizar se não for pela força. A situação do país mais pobre da América já estava nos limites da dignidade humana, agora já não resta mais ética alguma, a única coisa que interessa é sobreviver. Como dizia Quincas Borba:"Humanitas tem fome, humanitas precisa comer".

13 janeiro 2010

O fim do mundo está na moda


Nevascas no hemisfério norte, chuvas e enchentes no hemisfério sul, deslizamento em Angra, destruição em Paraitinga e agora terremoto no Haiti. Parece que alguém está tentando se manifestar. Os efeitos da poluição estão cada vez mais visíveis e o ano de 2010 começa com várias tragédias envolvendo problemas climáticos e, no caso do Haiti, fenomênos naturais.

O terremoto no Haiti acaba por acrescentar mais fatores para a miséria deste país. Várias construções foram destruídas, muitos desabrigados, muitos mortos e o pior de tudo é que o país não tem infra-estrutura necessária para atender os feridos. Nos EUA e na Europa as nevascas paralizam cidades inteiras, rodovias são interditadas, as pessoas não conseguem sair de casa e plantações são destruídas. No Brasil a época de chuvas parece mais forte do que em anos anteriores, as cidades não suportam o volume de água e vem as enchentes. Essa situação não atinge apenas quem está nessas áreas de riscos mas os que estão em zonas seguras também. Com a destruição de lavouras o preço dos alimentos sobem e em alguns casos até faltam. Deslizamentos de terra em rodovias paralizam o trânsito dos caminhões que trazem alimentos perecíveis e acabam estes estragando, aumentando ainda mais o preço dos produtos.

Apesar do temor de boa parte da população, das campanhas organizadas por ONG's, do interesse cada vez maior em filmes como "O dia depois de amanhã" e "2012" que tem um tom apocalíptico sobre os problemas de poluição, os governos pouco fazem para reverter a situação.

Há uma constante negação de países industrializados, como China, EUA e Japão, em diminuir a quantidade de poluentes lançados na atmosfera. E apesar da confirmação da crítica situação por parte de cientistas do mais alto escalão, os governantes negam o problema. O ser humano não consegue aliar desenvolvimento com preservação do meio ambiente. Projetos de energia limpa, reciclagem de lixo e produtos que agridem menos a natureza tem pouco apoio e acabam não conseguindo concorrer com os produtos convencionais. Reuniões para discutir esse assunto apresentam poucas mudanças como o caso do Protocolo de Kyoto no passado e mais recentemente a Conferencia de Compenhague.

Nessas próximas eleições escolhamos candidatos que deem a devida importância para esse assunto, pois esse já deixou de ser um alerta, um problema para o futuro. Ele já começa a ter consequencias no presente.

29 dezembro 2009

Já vi esse filme


É interessante ver como as leis mudam de região para região mesmo com um mundo globalizado.
Foi executado nesta terça feira Akmar Shaikh, britânico de 53 anos. Ele havia tentado entrar na China com quatro quilogramas de Heroína em 2007. No país o crime tem pena de morte caso a quantidade ultrapasse as 50 miligramas. O primeiro ministro britânico Gordon Brown disse ter ficado chocado pela decisão da justiça chinesa em condenar um deficiente mental. Akmar foi o primeiro europeu condenado a morte na China desde 1951. A Inglaterra acusa ainda a China de desrespeitar os Direitos Humanos condenando um prisioneiro sem fazer exames de deficiência mental.

O que é de se estranhar é justamente o fato de que a própria Inglaterra não respeitou as leis chinesas a 150 anos atrás na Guerra do ópio, onde continuou fazendo vitímas chinesas ao continuar com a exportação do produto no país mesmo após a proibição do governo. A consequêcia para o país, além da destruição da guerra, foi a perda de sua principal cidade portuária Hong Kong. Na época não "existia" Direiros humanos que só foi assinado na década de 1940, mas a Inglaterra continuou com a posse da cidade até 1997. Os anos se passaram, mas a moralidade dos homens continuam a mesma, respeitam sempre suas próprias regras mesmo que para isso tenha que passar por cima dos direitos dos outros.

Dificilmente a mídia de massa irá lembrar desse fato. Não que a China esteja certa, mas com certeza haverá sensacionalismo em mostrar chineses como monstros e ingleses como vitímas e defensores dos direitos humanos.

27 dezembro 2009

Terrorismo nos EUA em boa hora




"A Casa Branca já confirmou que houve uma tentativa de ataque terrorista num avião que se preparava para aterrisar nos Estados Unidos. O voo da Delta Airlines estava a vinte minutos de pousar quando um passageiro, de origem nigeriana, acionou um engenho explosivo. O autor, depois de detido pelas autoridades, confessou ser membro da Al Qaeda." RTP noticías

8 anos após os ataques de 11 de setembro o EUA volta a sofrer com ações terroristas. Desta vez não houve vitímas, devido ao fato do terrorista ter sido dominado pela própria tripulação. Mas as coincidências vão além de ter sido planejada pela Al-Quaeda, do líder Osama Bin Laden cuja família sempre teve boas relações com os EUA. Novamente o ataque se dá num momento em que o povo americano está meio decepcionado com seu presidente. Em 2001 George W. Bush apresentava baixos índices de popularidade e os elevou após os atentados. Neste ano Barack Obama estava com uma ligeira desconfiança dos norte americanos, após o êxtase da sua campanha. O acontecimento aconteceu justamente num momento em que se discutia o corte de gastos contra ataques terroristas e a retirada das tropas americanas no Iraque.

Isso confirma a hipótese apresentada em documentários como Fahrenheit 11/09 (de Michael Moore) e Zeitgaist (de Peter Joseph), que apontam pontos positivos em atentados para o governo americano.

Por exemplo:
-Maior influência dos americanos em regiões petrolíferas com as invasões de suas tropas nesses territórios

-Derrubada de um governo que entrava em conflito com os interesses norte americanos (Saddam Hussein no Iraque)

- Conquista de popularidade com o povo americano.

Esse fato pode aumentar a pressão no presidente Umaru Yar' Adua na Nigéria. A sua eleição foi acusada de fraude pelas potencias européias, ele é forçado constantemente a renunciar por causa de sua saúde complicada por problemas renais. O presidente quebrou uma espécie de politica do café do leite na Nigéria que alternava presidentes entre militares e civís a 46 anos. Foi a primeira transição de presidentes de civíl para civíl.

"Com o fim da Guerra Fria, quando a maior preocupação dos EUA era a luta contra a União Soviética, o que exigia alianças com os ditos regimes independentes do Terceiro Mundo, após 1991, os EUA sentiram-se capazes de realizar mais abertamente uma política colonialista de controle hegemônico, por meio de ações militares. Os ataques de 11 de setembro serviram como um eficiente pretexto para essa forma de intervenção norte-americana na África. (...)
A Nigéria era responsável (até meados de 2007) por 12% das importações de petróleo bruto dos EUA. Até 2015, estima-se que sua participação aumentará para 25%, uma parcela maior que da Arábia Saudita. A Nigéria é o maior produtor de petróleo na África e tem a 11ª maior reserva de petróleo no mundo. Atualmente ela produz 2,45 milhões de barris por dia, 42% dos quais vai para os EUA. Das três maiores companhias petrolíferas do país incluem-se duas empresas nortes-americanas, a ExxonMobil e a Chevron, além da anglo-holandesa Shell. (...)

O AFRICOM irá inicialmente operar em Stuttgart, a base alemã do Comando Europeu, antes de mudar-se para uma base permanente na África. Os EUA estão tendo o cuidado de não mencionar os seus planos, afirmando apenas que ajudarão a manter a paz, realizar missões de ajuda humanitária, treinamento militar e apoio aos países africanos aliados.
Os EUA alegaram que não planejam enviar um grande número de soldados para a região, como fizeram no Iraque. Entretanto, a presença de tropas norte-americanas causará a militarização do continente, possibilitando a deflagração de outra guerra em busca do controle dos recursos naturais estratégicos, como ocorreu no Iraque, com implicações muito maiores e mais perigosas.(...)" World Socialist Web Site (wsws.org)


Não quero insinuar nada, mas esse fato pode trazer muito mais benefícios ao EUA do que prejuísos. Tirem sua próprias conclusões.